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AGÊNCIA DE DEFESA E FISCALIZAÇÃO AGROPECUÁRIA DO ESTADO DE PERNAMBUCO
GOVERNO DO ESTADO DE PERNAMBUCO

Sanidade Animal

Programa Estadual de Sanidade Suídea

Sanidade Animal

Programa Estadual de Sanidade Suídea

As atividades do Programa Estadual de Sanidade dos Suídeos estão voltadas para a prevenção de doenças, para o reconhecimento, manutenção e ampliação de zonas livres de doenças e na certificação e monitoramento de granjas de reprodutores suídeos (GRSC).

É importante o cadastro, manter o rebanho saudável e notificar a Adagro sobre qualquer mortalidade ou sintoma de doença.

Atenção produtor rural:
- mantenha o cadastro do estabelecimento de criação de suínos atualizado junto a Adagro;
- disponibilizar a Adagro o registro atualizado de produtividade e sanidade do rebanho, sempre que solicitado;
- criar e manter os animais em condições adequadas de nutrição, manejo e prevenção de doenças;
- comunicar imediatamente a Adagro qualquer suspeita de doença no rebanho;
- não alimentar suídeos com restos de comida, apenas quando for fervido para inativar vírus e bactérias;

Os suínos adoecem com facilidade por isso a necessidade desses cuidados;

Papel do Responsável técnico (RT):
- Os responsáveis técnicos por estabelecimentos de criação de suídeos devem orientar os produtores à adoção de medidas de prevenção e biossegurança em suas propriedades e a manter sempre registrados os dados zootécnicos e de produtividade de seus animais.
- O RT deve ser o representante do produtor junto a Adagro, notificando as ocorrências de ordem sanitária e dados zootécnicos.

Trânsito de suídeos

O trânsito de suídeos, independente do destino e da finalidade, depende da Guia de Trânsito Animal (GTA).

Peste Suina

Também conhecida como febre suína ou cólera dos porcos, é altamente contagiosa e frequentemente fatal nos suínos. Hoje, o Brasil possui uma Zona Livre de Peste Suína Clássica.

SINTOMAS: Hemorragia, que pode levar à morte; febre alta; falta de coordenação motora; orelhas e articulações azuladas; vômitos, diarréia; falta de apetite; esterilidade e abortos; leitões natimortos ou com crescimento retardado. Entre as características da doença estão também o agrupamento de animais nos cantos das pocilgas e a morte após quatro e sete dias do início dos sintomas.

CONTAMINAÇÃO: Alimentos ou água contaminados; animais infectados; veículos e instalações contaminados; contato com cadáveres de animais infectados; equipamentos contaminados, roupas e calçados de indivíduos que mantiveram contato direto com animais doentes ou em período de incubação da doença (em geral a incubação é de 4 a 6 dias, com um intervalo de oscilação de 2 a 20 dias).

PREVENÇÃO: Separação das instalações nas diferentes fases de criação; cercas adequadas que evitem a entrada de animais; limpeza e desinfecção das instalações e dos veículos que transportam animais; conhecimento da origem de animais adquiridos e quarentena dos mesmos; limpeza e desinfecção das mãos e botas das pessoas que lidam com os animais. Não há tratamento para a doença, os leitões infectados devem ser sacrificados e enterrados ou incinerar suas carcaças.